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O papel do reconhecimento facial no presente e no futuro do e-commerce

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admin-blog-bio
  • 7 de junho de 2019
  • 4 min de leitura
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Cada vez mais pessoas estão aderindo ao e-commerce. No ano passado, apenas 6% dos consumidores brasileiros não realizaram uma compra online.

Um dos motivos para isso é o papel que o varejo online tem exercido como uma alternativa de melhor custo-benefício em meio à crise econômica. Em janeiro de 2018, a taxa de desemprego era de 12,2%, segundo o IBGE, apenas um pouco menor do que no primeiro trimestre de 2017, que fechou em 13,7%.

Em razão disso, a concessão de crédito também experimenta reduções. Sem a garantia de um ganho fixo e preocupados com a desocupação, os consumidores querem evitar a contração de dívidas e o crediário, de inadimplências.

A mudança de hábitos que esse cenário gera afeta diretamente os varejistas na medida em que os consumidores passam a controlar melhor seus gastos e, portanto, a estudar mais cuidadosamente o valor dos produtos adquiridos. De acordo com o relatório Total Retail de 2017, 63% dos consumidores fizeram uma pesquisa de mercado antes de realizar a compra.

Assim, lojas omnichannel, isto é, que atuam física e virtualmente, têm mais chances de se destacar e oferecer melhores condições de negócio a seus clientes.

Se antes o estudo de valores implicava em andar quarteirões inteiros em busca da vitrine com o melhor preço, hoje, basta meia dúzia de cliques.

O mesmo vale para as compras. Aproveitar promoções e cupons de desconto nunca foi tão fácil – e o brasileiro quer desfrutar dessas vantagens. Exemplo disso é que, ainda segundo o Total Retail, 39% dos consumidores realizaram compras mensais pela internet no ano passado e 53% gostam de receber notícias de ofertas especiais.

Mas é inegável que, apesar da praticidade, ainda existe alguma reticência na utilização desse tipo de serviço. E a razão é simples: o brasileiro não se sente seguro.

Qual a importância da proteção de dados para o e-commerce?

Em 2016, as empresas de e-commerce experimentaram uma média de 3% de fraudes em compras online – taxa consideravelmente menor que a de 2015, cuja média foi de 4,3%. Os dados são do Mapa da Fraude, que, por outro lado, ainda mostra que a redução nas tentativas de fraude via mobile reduziu apenas 0,1% entre os dois anos, indo de 5,6% para 5,5%.

Esses números justificam um receio manifestado por mais de 60% dos consumidores online brasileiros: o de ter suas informações pessoais roubadas, especialmente ao utilizar o smartphone para realizar a compra.

Muitas vezes, as estratégias de defesa acabam recaindo sobre o usuário, que precisa desviar de anúncios e pop-ups e filtrar suas interações com sites desconhecidos para focar apenas em marcas já consolidadas no mercado – e, mesmo assim, com medo de disponibilizar dados bancários ou informações pessoais.

Afinal, a migração de fraudadores para o ambiente online acompanhou o movimento dos compradores legítimos. Com técnicas que vão desde o envio de e-mails falsos, se passando por corporações, a distribuição de vírus através de links contaminados, o ambiente de desconfiança deixado pela possibilidade de um roubo de dados força uma postura defensiva do consumidor.

Ainda que o investimento em alternativas de segurança que se baseiam na autenticação por meio de tokens, confirmação de nome de usuário, senha, digitação do CPF e de outras informações pessoais tenha surtido efeitos positivos, devemos considerar que elas não resolvem a questão principal, a de assegurar que o comprador é ele mesmo.

Além disso, esse arsenal antifraude pode cometer equívocos, barrando clientes que são legítimos. Repercutindo diretamente na credibilidade da empresa, 32% dos bons clientes recusados por falso positivo acabam não voltando a comprar no mesmo comerciante por ter tido uma experiência ruim.

Nesse sentido, o desafio do e-commerce não é só evitar a falsa identidade, mas fazer o possível para que suas soluções não interfiram na experiência de compra de um usuário legítimo, que pode vir a se tornar um cliente fiel.

Por que o reconhecimento facial no e-commerce vai além da segurança?

Se o objetivo do e-commerce é simplificar, que sentido tem adicionar uma série de passos de verificação que atrapalham a experiência do usuário?

O reconhecimento facial possibilita que o consumidor conte com o que tem de mais exclusivo – o seu rosto – para ser autenticado de forma precisa e sem esforço. Como a tecnologia faz a leitura de padrões físicos milimétricos, que são codificados na forma de uma identidade digital no banco de dados do sistema, o simples ato de tirar uma selfie garante mais de 99% de assertividade na autenticação.

Portanto, além de manter a praticidade na qual o e-commerce se fundamenta, o reconhecimento facial é uma alternativa de segurança altamente eficaz e extensiva, protegendo o usuário mesmo se ele tiver seu celular ou tablet roubado, por exemplo.

Consequentemente…

Com a proposta de oferecer melhores alternativas de compra para seus consumidores, o sucesso de um e-commerce está intimamente ligado à experiência de seus usuários.

E sendo a segurança um aspecto essencial, especialmente na internet, soluções mais ágeis, simples e de alta performance vão fazer cada vez mais diferença conforme o mercado se expande.

Os resultados da aplicação do reconhecimento facial no e-commerce, portanto, não ficam restritos aos benefícios inegáveis de um ambiente mais seguro. Além de evitar o roubo de identidade, a tecnologia garante o aumento das vendas online e uma melhor relação entre as empresas e seus consumidores.

O AcessoBio vem trabalhando para proteger os brasileiros nos mais diversos setores através do reconhecimento facial. Entre em contato com a nossa equipe e conheça nossas soluções!

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