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Mercado financeiro: as tendências e como a biometria se torna cada vez mais essencial

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Camila Silva
  • 25 de janeiro de 2021
  • 6 min de leitura

O mercado e suas dinâmicas

De forma geral, as transações comerciais marcam as relações humanas, e ao longo dos anos se tornaram determinantes para o próprio desenvolvimento das sociedades.

Dados os contornos complexos que foram assumindo as práticas comerciais, surge o Mercado como noção que resume e abrange essas dinâmicas em todas as suas especificidades. 

O Mercado foi sendo desenvolvido em diferentes tipos, a depender das transações, produtos e atores envolvidos em suas dinâmicas. Dentre as formas que assume o Mercado, o mercado financeiro é essencial aos demais, porque permite e promove financiamentos às pessoas e às empresas em todos os setores de suas vivências.

O propósito do texto que segue é o de discutir um pouco o mercado financeiro e algumas definições que permitam compreendê-lo. Em sequência, discutem-se os impactos das tecnologias para as transações financeiras. Nesse sentido, aborda-se o unico | check, um serviço de biometria facial com recursos sofisticados e eficientes que promovem mais praticidade e segurança aos participantes do mercado financeiro.

O que é o mercado financeiro? 

De forma simples, podemos definir o mercado financeiro como o(s) ambiente(s) onde pessoas e empresas podem comprar e vender produtos financeiros, como créditos, moedas, títulos, ações, fundos imobiliários, entre outros. Esses ambientes podem ser especializados ou mais amplos e generalistas, assim, não havendo a necessidade de um mercado ser restrito a um tipo de produto, tão pouco abranger todos os tipos, em todas as suas possibilidades de compra e venda.

O propósito do mercado financeiro será o de criar esse lugar de encontro entre quem tem algum produto financeiro disponível e aqueles com interesse em comprá-los, possibilitando que isso ocorra por relações diretas ou, e mais comum, por relações indiretas. Neste caso, há uma terceira figura que faz a intermediação entre as partes. Esses participantes serão melhor discutidos à frente.

Esse ambiente pode se dar em uma localização física, e com isso temos instituições tradicionais como a Bolsa de Valores de New York (NYSE), criada em 1792, e no Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), criada em 1890. Todavia, o mercado financeiro não está restrito a esses ou outros lugares físicos onde certas instituições estão sediadas. 

No meio digital é, essencialmente, onde ocorrem as transações financeiras, e com o crescimento da internet, as possibilidades para comercialização de produtos financeiros se expandiram de forma significativa. As transações assumiram caráter desde muito complexos até mais simplificados, atendendo desse modo aos variados públicos interessados e suas específicas necessidades. Esse cenário torna possível que uma pessoa com um celular e um aplicativo possa participar do mercado financeiro, vendendo ou comprando produtos, sem grandes dificuldades.

O mercado financeiro não é um lugar sem regras. No Brasil, as transações financeiras são regulamentadas e fiscalizadas quanto às suas operacionalizações pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), e pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC). Para além desses órgãos normativos, outras instituições também participam na fiscalização, como é o caso do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, e as participações dessas e de outras entidades dependerão do tipo de mercado e da transação em questão.

Quais os tipos de mercado financeiro?

Considerando as possibilidades de produtos financeiros que podem ser comercializados, costuma-se distinguir o mercado financeiro em quatro tipos: o mercado de capitais, o mercado de câmbio, o mercado de crédito, e o mercado monetário. Vamos descrever um pouco o que compreende cada um deles:

  • Mercado de Capitais: é o mercado do comércio de ações, títulos e derivativos. As pessoas fazem seus investimentos para as empresas e em troca recebem títulos ou ações dela. Os investidores podem obter de retorno parte dos ganhos dessa empresa, ou vender os títulos e as ações obtidas por valores mais altos do que os comprados. O investimento nesse mercado é mais variável, tendo em vista a dependência do valor das empresas e dos ganhos passíveis de serem obtidos, de toda a dinâmica da economia, que pode levar a valorização ou desvalorização de um empreendimento e de suas ações e títulos referentes.
  • Mercado de câmbio: é o mercado de trocas de moedas estrangeiras. É muito comum às pessoas que precisam trocar dinheiro em sua moeda local, para poder consumir em outro país, quando a ocasião de uma viagem, por exemplo. Participa também desse mercado as empresas que realizam transações internacionais e precisam de fazer esses intercâmbios e conversões dos valores monetários envolvidos.
  • Mercado de Crédito: é o mercado para quem precisa de algum financiamento de crédito, seja para sua vida financeira pessoal-privada ou de pessoa jurídica. O mercado de crédito talvez seja mais conhecido quando olhamos as ações ou situações que ele abrange. Quando precisamos de utilizar o cheque especial em alguma urgência, quando usamos o cartão de crédito, ou quando solicitamos algum empréstimo, etc., em todas essas situações, estamos participando do mercado de crédito. Podemos assumir que esse mercado é mais intenso, pois, constantemente, e praticamente sempre, há pessoas e empresas precisando de algum tipo de crédito.
  • Mercado Monetário: é semelhante ao mercado de crédito, mas distingue-se, ou se específica, quanto aos prazos de vencimento dos empréstimos pedidos, que costumam ser mais curtos, por isso, mais seguros para os investidores. Também se distingue pela urgência das pessoas ou das empresas que solicitam crédito, que por vezes podem precisar deste liberado em até 24 horas.

Quem participa do mercado financeiro?

Na medida que fomos descrevendo o mercado financeiro, os participantes dele foram aparecendo, mas vamos deixar isso mais explícito agora. 

Como já mencionado, as pessoas e empresas participam do mercado financeiro vendendo ou comprando produtos financeiros. Disso já podemos tirar duas figuras essenciais: a primeira reúne os chamados investidores. Eles são as pessoas que possuem recursos disponíveis para investir e/ou emprestar a quem precisa, e recebem em troca os juros quando o pagamento for feito, ou até ações no investimento para o qual ele faz um empréstimo. Esses retornos dos investimentos dependerão do tipo de transação financeira em questão e qual produto está sendo comercializado.

A segunda figura participante do mercado financeiro é a do tomador de recursos. Os tomadores, ou também chamados de emissores de títulos, são as entidades que precisam dos produtos financeiros, usualmente crédito ou dinheiro, para utilizarem em seus negócios, ou junto de suas finanças pessoais.

Ao relacionar investidores e tomadores em um ambiente menos complicado e mais lucrativo, a proposta de um mercado financeiro é que isso se dê sem grandes intervenções ou intermediações diretas, por exemplo, do Estado ou de bancos maiores e mais tradicionais.

A intermediação se dá por outras instituições que por terem esse papel são chamadas de intermediárias. Essas empresas fornecem serviços que propiciam a comercialização dos produtos financeiros de forma segura e com eficiência entre as partes interessadas. Assim, investidor e tomador não precisam se relacionar diretamente, pois, podem contratar um intermediário que relacione produto financeiro x solicitante.

Cabe destacar que um mesmo intermediário pode prestar serviços a diferentes empresas, o que torna o processo de compra de ações ainda mais facilitado, porque em um único aplicativo ficam expostas toda a sorte de opções disponíveis de investimentos possíveis, de maior ou menor valor. A partir disso, o investidor pode escolher qual tipo de aplicação melhor responde às suas necessidades e possibilidades, sem ter que consultar diferentes intermediários ou tomadores.

Por fim, de forma menos comum, as transações no mercado financeiro podem ocorrer sem nenhuma intermediação. Nesse caso, exige de quem investe ou faz empréstimos a criação do lugar de encontro por meio da disposição de recursos de segurança, para assegurar a autenticação das solicitações, de modo a evitar as fraudes e as tentativas de golpes. Ainda, que sejam recursos eficientes, para que tenham mais possibilidades de os solicitantes se interessarem em realizar transações com os tomadores que precisam de financiamentos.

As tecnologias no mercado financeiro: as soluções biométricas faciais como recursos práticos e seguros

Os diferentes participantes do mercado financeiro precisam de recursos tecnológicos, para tornarem as transações mais seguras, com dados financeiros devidamente resguardados, com respostas mais precisas e rápidas em relação aos métodos tradicionais e burocráticos, além de interfaces mais otimizadas e eficientes, para comercialização dos produtos financeiros. Essas e outras questões nos permitem afirmar o lugar de destaque das tecnologias no mercado financeiro e seus impactos significativos nas transações.

A aplicação de soluções tecnológicas torna mais fluidos os processos que ocorrem no mercado financeiro. Solicitação e concessão de créditos, pagamento de dívidas, disponibilização de recursos, entre outros processos, são impactados pelo uso de recursos tecnológicos sofisticados. Sendo assim, os usos possíveis precisam ser pensados, em especial quanto aos benefícios de praticidade e segurança que proporcionam aos investidores, tomadores e intermediários.

Dentre os recursos tecnológicos aplicados ao mercado financeiro, as soluções por biometria facial têm se mostrado uma tendência na realização de transações que possibilitam uma plena e positiva participação no mercado. 

A biometria facial exige do solicitante que ele se apresente para confirmar acessos e a realização de processos. Por serem únicas e específicas a cada pessoa, características como traços do rosto, a íris, a distância entre olhos e boca, são analisadas na biometria facial. Dessa forma, o recurso inviabiliza transações fraudulentas, o custo com ferramentas de antifraude, as fraudes de identidade, entre outros problemas que podem ocorrer quando se utilizam outros meios de autenticação.

Isso impacta tanto ao investidor que evita ter seus dados clonados, passando por problemas de solicitações indevidas em seu nome, quanto aos tomadores e aos intermediários que não correm risco de serem impactados negativamente por fraudes de solicitações e pagamentos, e podem oferecer serviços mais práticos e seguros que aproximem mais possíveis investidores.

O método biométrico facial proposto pelo unico | check conta com recursos para uma autenticação de transações mais veloz, com uma base de dados padronizada, colaborativa, abrangente e atualizada. A Análise 1:1, com tempo de espera de análise menor de 1 segundo, a Prova de vida que pode ser atestada virtualmente, em um processo seguro e interativo, e outros recursos tecnológicos, fazem parte da proposta da unico. Recursos que tornam os processos do mercado financeiro mais seguros, confiáveis para os envolvidos, e demandando do cliente apenas a leitura facial para confirmar suas transações.

A biometria facial proposta pela unico é realizada com recursos que tornam os processos mais robustos e assertivos, mas ainda sim práticos. Uma análise de crédito, por exemplo, pode ser realizada rapidamente, com um retorno rápido ao solicitante, e ao sem perder a segurança necessária, tudo isso graças a proposta da biometria facial desenvolvida a partir do unico | check. Se quiser saber mais como podemos te ajudar a desenvolver soluções tecnológicas de biometria facial, entre em contato em unico | check e converse com a nossa equipe!

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