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Biometria no dia a dia: usos e benefícios no contexto transacional

Camila Silva
  • 5 de janeiro de 2022
  • 5 min de leitura
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O uso da biometria no dia a dia pode facilitar a vida das pessoas e trazer muito mais segurança para as organizações, principalmente no caso de prevenção às fraudes. Além de estarem muito mais frequentes, as fraudes têm se tornado cada vez mais sofisticadas, impondo grandes prejuízos para as empresas e trazendo preocupações para os seus clientes. 

Neste texto, você vai conhecer melhor sobre o uso da biometria facial para transações, oferecendo diversas aplicações práticas e trazendo segurança e conveniência para o dia a dia das pessoas e das organizações. 

Navegue pelo conteúdo:

O que é autenticação biométrica?

Antes de entender como a biometria facial pode ser usada em transações, é preciso saber o que significa autenticação biométrica. Baseado na tecnologia de reconhecimento facial, autentica-se a identidade de uma pessoa a partir de uma análise de aspectos do seu rosto, como a distância entre os olhos, o comprimento do nariz, o contorno da face, entre outras coisas. Ao todo, são identificados cerca de 80 pontos nodais que balizam a análise da biometria facial.

A autenticação biométrica pode estar presente em diversas aplicações para as empresas. Uma delas é proporcionar maior segurança para suas operações, atuando no combate à fraude de identidade, por exemplo. Mas, além disso, o uso da biometria facial também possibilita oferecer uma melhor experiência para seus clientes por gerar uma menor fricção. 

Um processo de autenticação biométrica permite que um usuário acesse uma plataforma, por exemplo, sem precisar entrar no seu email em busca de links de confirmação — para ele, basta tirar uma selfie e enviar a foto para que, em poucos segundos, sua identidade seja autenticada e ele consiga se cadastrar ou acessar o serviço.

O mesmo vale para abrir uma conta em um banco digital: ao invés de ter que levar todos os seus documentos e se locomover do conforto da sua casa até um guichê, gastando tempo, dinheiro e energia, você simplesmente baixa o aplicativo ou acessa o site do banco, tira uma foto sua e dos seus documentos e pronto — sua identidade é confirmada e você consegue criar sua conta em questão de segundos.

Ou, ainda, para provar a vivacidade da pessoa que está sendo autenticada. Para muitos idosos, as dificuldades em se locomover tornam o processo de prova de vida árduo e penoso (ainda mais em períodos com alta circulação de vírus). Com o uso da biometria facial, é possível autenticar a identidade do idoso apenas tirando uma foto e realizar a prova de vida diretamente de casa.

Dessa forma, podemos concluir que o uso da biometria no dia a dia pode tornar a vida de pessoas e empresas muito mais simples e segura. Agora que você já sabe o que é autenticação biométrica, vamos explicar o que significa o transacional.

Biometria facial para transações: o que é o transacional?

O transacional é o uso da biometria facial para autenticar transações. Aqui, as transações não se restringem apenas às conhecidas transferências bancárias, envolvem também a compra de produtos no varejo, a emissão de cartões de crédito, o login e a troca de senha em aplicativos, entre outras aplicações.

Todas essas transações são autenticadas a partir da face do cliente, que é utilizada como uma maneira de confirmar sua identidade e garantir que ele é, de fato, quem diz ser. Isso é importante para prevenir fraudes e garantir que todos esses processos, que requerem um alto nível de segurança, estejam protegidos de criminosos e atores mal-intencionados, um risco cada vez maior em um mundo crescentemente digital.

Além de oferecer uma segurança muito maior que métodos convencionais de autenticação, como o Knowledge-Based Authentication (KBA), um grande benefício dessa tecnologia é sua agilidade, eficiência e conveniência para os usuários, que precisam apenas tirar uma selfie para ter, em poucos segundos, a sua transação validada.

Como funciona o transacional (1:1)?

Para fazer a autenticação da identidade dos usuários e validar as transações, é utilizada a classificação 1:1 (lê-se “um para um”). A seguir, vamos detalhar como funciona o 1:1 e quais os seus benefícios.

Classificação 1:1

No 1:1, é feita uma verificação da identidade do usuário. Nesse tipo de classificação, utiliza-se uma imagem já conhecida dessa mesma pessoa para comparar com a foto que o próprio usuário enviou. 

Isso implica, portanto, que a empresa já tenha feito uma validação prévia dessa pessoa. É justamente por isso que a empresa já possui uma imagem desse indivíduo em seu banco de dados e utiliza essa foto prévia como referência, para estabelecer a base de comparação com a imagem capturada “ao vivo”. Nesse caso, portanto, será feita uma segunda validação, buscando apenas confirmar a identidade do indivíduo baseado na imagem que já se possui dele.

Ou seja, vamos supor que uma pessoa afirma ser o Gilberto Silva. Na classificação 1:1, o algoritmo busca no banco de dados a imagem referente ao Gilberto Silva, usando essa foto como parâmetro para analisar a foto enviada pela pessoa e verificar se o rosto presente nela condiz com a imagem já conhecida do Gilberto.

Assim, existem dois principais benefícios do 1:1, que são a agilidade das análises e o baixo custo por transação, principalmente em comparação com o 1:N, ou Onboarding, que vamos detalhar a seguir.

O que é e como funciona a biometria para Onboarding (1:N)?

O onboarding está relacionado ao cadastro de novos usuários, seja em aplicativos, sites ou plataformas. Para fazer a autenticação de identidade, é utilizada a classificação 1:N (lê-se um para ene). 

Classificação 1:N 

A classificação 1:N, ou “um para muitos”, envolve a identificação facial de um usuário. Mas, diferente da verificação, que ocorre na classificação 1:1, não é feita uma comparação entre uma imagem capturada pelo indivíduo e uma imagem presente no banco de dados do cliente e já associada àquela pessoa. Isso ocorre porque não foi feita ainda uma validação prévia da identidade do cliente — daí o nome “onboarding”, que está relacionado justamente a esse primeiro contato com o usuário. 

Na classificação 1:N, a foto tirada ao vivo é comparada com bases distintas, de pessoas diversas. Ou seja, é feita uma comparação entre a imagem enviada pelo usuário e muitas outras fotos de muitas outras pessoas, com o objetivo de determinar dentro do grupo de identidades comparadas aquela com maior grau de similaridade com a imagem recebida. É por isso que a classificação 1:N também é denominada de “um para muitos”.

Voltando ao exemplo anterior, vamos supor novamente que uma pessoa afirma ser o Gilberto Silva. Na classificação 1:N, é feita uma comparação entre a foto enviada pelo usuário com as fotos de muitas outras pessoas, buscando determinar qual é aquela que mais se aproxima da foto enviada pelo Gilberto. 

Portanto, quanto maior for a base de dados, maior será a precisão e a agilidade do 1:N. Uma base robusta também contribui para a redução de fraudes — esse é justamente um dos grandes diferenciais da unico, a idTech que possui a maior base biométrica do Brasil.

Confira também: Qual a diferença entre Face Match, Transacional e Onboarding?

Quais são as aplicações da biometria facial para transações?

O transacional pode ser utilizado para diversos fins e em diversos segmentos do mercado, desde bancos, fintechs e financeiras até varejos e e-commerces. Na tabela abaixo, você confere algumas das principais possibilidades de uso da biometria facial para transações, bem como os segmentos em que esses casos são mais aplicáveis:

AplicaçõesSegmentos
Abertura de lockerVarejo
Check-out instantâneo no mobileVarejo
Contratação de novos produtosBancos
Emissão de cartão próprioDiversos
Empréstimo pessoalBancos, Financeiras, Fintechs
InvestimentosBancos, Fintechs
Login em aplicativosDiversos
Open bankingBancos, Financeiras, Fintechs
Pagamento e transações com face (incluindo PIX)Bancos, Fintechs, Varejos
Recuperação de cadastrosDiversos
Revalidação, alteração e atualização de dados cadastraisDiversos
Saque de dinheiro em caixaBancos, Fintechs, Varejos

As aplicações da biometria facial para transações em diversos segmentos. Além dessas, novas possibilidades de uso podem ser criadas para o transacional (1:1).

Como aproveitar os benefícios do transacional em sua empresa

Como você pôde ver, independente do tipo de negócio, existem diversas aplicações da tecnologia biométrica para o uso transacional, e além das que foram mencionadas acima, novas possibilidades de uso podem ser criadas.

Por isso, se você se interessou e quer entender melhor como essa tecnologia pode beneficiar sua empresa e seus clientes, não deixe de conhecer o unico | check, a solução mais completa do mercado para transações e onboarding de clientes.

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